E aí, beleza?
Já faz um tempo que ouvimos falar de Stand Up, formato que leva a comédia a teatros, bares, clubes e por aí vai. Nomes consagrados ou não, de várias gerações nos alegram com piadas, geralmente mostrando um lado que nem eu nem você percebemos no cotidiano ou evento em particular. É um produto geralmente bem quisto.
Algum tema pode gerar interpretações além da piada, aonde nesse caso, fica sugerido um limite e esse é um assunto que já deu pano pra manga, processos e diferentes opiniões. O que a maioria não entende é que não necessariamente o comediante precisa ser um cara engraçado. O que quero dizer é que ele pode ter um bom texto, uma excelente interpretação e alcançar o objetivo: Fazer o público rir.
Rowan Atkinson, segundo dizem, é um perfeito exemplo desse exemplo. Você e eu conhecemos o Mr Bean das telas, da comédia, mas, Atkinson, segundo dizem, é um sujeito mais introspectivo, “bem na dele” por detrás das câmeras.
Jim Carrey, que nos arrancou gargalhadas em filmes como Debi e Loide, Ace Ventura e tantos outros, usou a comédia para tentar alegrar a mãe, que sofria de depressão, doença que veio a desenvolver também muitos anos mais tarde depois de também ter atuado em outros estilos de filmes, como drama e suspense, provando sua versatilidade e entendimento sobre o personagem.
Imagine aquele seu amigo engraçado num palco, com um microfone e tendo que falar pra uma galera, com a obrigação de fazê-los rir.
Existem algumas ferramentas, gatilhos que são usados e que também não são garantia de sucesso, que podem ou não garantir risadas e aplausos ao fim da piada.
Entender que se trata de um produto nos ajuda a não se frustrar no caso de esbarrar num desses caras engraçados fora do palco e eles estarem “diferentes”, até porque são de carne e osso também, com seus problemas e coisa e tal.
Valeu!
Nota do Editor: A imagem é apenas uma forma de entreter ao assunto abordado.

