Morreu Ace Frehley, guitarrista e cofundador do KISS, aos 74 anos. A notícia foi divulgada por veículos internacionais após confirmação familiar: nas últimas semanas Frehley sofreu uma queda em seu estúdio que evoluiu para um sangramento cerebral; ele foi hospitalizado, colocado em suporte de vida e, segundo comunicado da família, não resistiu às complicações.
Segundo reportes, o músico sofreu uma queda em setembro e chegou a ser descrito inicialmente como “incidente menor”; depois, o quadro se agravou com hemorragia cerebral, o que motivou a internação e o cancelamento das datas da turnê de 2025. Nas últimas horas o caso ganhou contornos tristes: meios noticiaram que Frehley esteve em ventilação mecânica e que a família acompanhou a evolução até o momento do falecimento.
Paul Daniel “Ace” Frehley nasceu no Bronx (Nova York) e foi um dos quatro fundadores do KISS, em 1973, junto a Gene Simmons, Paul Stanley e Peter Criss. Com a persona do Spaceman, Frehley ajudou a definir a estética e o som que tornaram o KISS um fenômeno mundial — riffs marcantes, atitude teatral e shows gigantescos. Entre suas contribuições estão clássicos como “Cold Gin”, “Shock Me” e o sucesso solo “New York Groove”. Frehley também teve carreira solo e liderou o projeto Frehley’s Comet.
A morte de Ace provocou enxurrada de mensagens de pesar de fãs, músicos e veículos internacionais — reflexo da importância do guitarrista para várias gerações. Nas redes sociais, fãs publicaram fotos, vídeos de shows históricos e memórias pessoais com a obra do Spaceman; perfis oficiais e páginas da crítica musical também publicaram obituários e tributos.
Em outubro Ace já havia cancelado o restante da sua agenda de 2025 por “problemas médicos em curso” — postagem que antecedeu os relatos sobre a queda e a hospitalização. A evolução rápida do quadro nos últimos dias levou à comoção entre fãs e colegas de profissão.
A ausência física de Ace Frehley renova o debate sobre a história do KISS: as tensões internas, as reaproximações e as reinvenções artísticas fizeram parte da trajetória do quarteto e de suas versões ao longo das décadas. Frehley era, além de músico, ícone de imagem — e sua influência técnica e estética segue presente em guitarristas de diversos estilos.
