A memória afetiva do rock alternativo em Itanhaém ganhou um presente inesperado. O músico Anderson Miranda, mais conhecido no meio underground como Cimento, publicou um vídeo leve, nostálgico e bem-humorado sobre sua juventude musical no litoral paulista.
No vídeo, Anderson conta que quando morava em Itanhaém, ele e os amigos músicos tinham uma “estratégia infalível”: assim que avistavam garotas bonitas passando pela rua, largavam o peso do metal e começavam a dedilhar canções mais “românticas” como “More Than Words” (Extreme). Mas bastava as garotas dobrarem a esquina, e o som pesado voltava com tudo.
😂 “Era o charme e o peso, tudo em uma mesma jam session de calçada”
UMA TRAJETÓRIA MARCANTE COM A X ROCK BRASIL
Entre 2005 e 2007, Anderson foi peça importante da movimentação musical da X Rock Brasil. Como Cimento, foi integrante da banda Mr BA and The Devils Man, destaque no I Itanhaém Rock Festival, realizado pelo Departamento de Cultura de Itanhaém em parceria com a X Rock.
Pouco tempo depois, Cimento começou a se apresentar em formato solo, com o projeto Cimento in Acoustic, que percorreu diversos espaços culturais e bares do litoral sul, sempre mantendo a pegada alternativa, mas com arranjos intimistas e letras marcantes.
UMA NOVA FASE: O MÚSICO QUE SE REINVENTA
Em 2020, Anderson Miranda lançou seu álbum independente, marcando sua nova fase como artista. Com faixas autorais como “O Fim Pro Fim”, “O Mar” e “Dias Cinzas”, o trabalho mostrou sua maturidade musical sem perder a essência de quem começou nas ruas de Itanhaém com um violão e muita vontade de tocar.
Hoje, mesmo morando longe do litoral, o artista segue com o mesmo bom humor e paixão pela música — e agora também nos vídeos cheios de memórias que aquecem o coração de quem viveu os anos dourados do rock alternativo no litoral.
👉 Assista ao vídeo no perfil @ande__miranda e mergulhe nessa nostalgia!
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