Texto original publicado em julho de 2005
por Alexandre – Colaborador na primeira composição da equipe X Rock Brasil
Foi realizada na cidade de Itanhaém, no dia 9 de julho, uma exposição sobre o mundo do surf — mais especificamente sobre as pranchas que os surfistas usavam desde a década de 80 até hoje em dia.
Foram expostas diversas pranchas e longboards de vários modelos, de diferentes épocas e de surfistas profissionais que ainda estão em atividade, além de várias antiguidades do surf brasileiro.
🌊 Destaques da exposição:
Hang Loose – Paulo Pereira (modelo pin tail triquilha, 7.0):Usada por Fabio Gouveia, com ela ele tirou nota 10 — pontuação máxima — em uma etapa do WCT de 2000 em Teahupoo, no Taiti, também conhecido como “Quebra Coco” por seu fundo de coral.
H.I.C – Erick Arakawa (modelo swallow tail biquilha, 7.2):
Esta prancha havaiana foi usada no Tow-in Surf, com presilhas nos pés para suportar as ondas gigantes. Contava com longarina de chumbo, feita especialmente para aguentar alta velocidade.

Biro – Shaper Biro (pin tail triquilha):
Prancha havaiana usada pelo big rider Evaristo Ferreira nas ondas de Waimea Bay, no inverno de 98 e 99. A prancha foi quebrada ao enfrentar uma onda de aproximadamente 20 pés.
Homero – Rip Curl (classic longboard squash, monoquilha, 9.0):
Parte de uma obra de arte composta por três pranchas, essa é considerada uma raridade atual no surf mundial.
Dahlberg Surfboards Austrália – Rodney Dahlberg (round square triquilha, 6.3):
Essa prancha foi usada por Mark Occhilupo na conquista do título mundial. O australiano era um dos favoritos da elite do surf no circuito WCT daquele ano.

