Ozzy Osbourne, vocalista icônico do Black Sabbath e patriarca do heavy metal, faleceu hoje aos 76 anos. Segundo um comunicado da família, ele morreu cercado de amor e rodeado por seus entes queridos.
Diagnosticado com Parkinson em 2020 e com diversos problemas de saúde nos últimos anos, Ozzy fez seu último show em 5 de julho no concerto beneficente “Back to the Beginning”, em Birmingham, juntamente com os membros originais da banda e um elenco estelar de artistas.
Em mais de cinco décadas de carreira, Osbourne foi o protagonista de momentos marcantes como o álbum Paranoid (1970), a icônica mordida no morcego em 1981, e o festival Ozzfest em 1996. Com mais de 100 milhões de discos vendidos, ainda conquistou o Rock & Roll Hall of Fame três vezes — com Black Sabbath e em carreira solo.
Sua carreira solo trouxe clássicos atemporais como “Crazy Train”, “No More Tears” e “Flying High Again”. Na TV, ficou ainda mais presente no imaginário popular com o reality The Osbournes, exibido no início dos anos 2000.
A despedida oficial veio com Back to the Beginning, evento que reuniu diversos ídolos do rock e foi transmitido globalmente; toda a renda foi destinada a instituições de caridade ligadas à saúde.
Legado eterno
Além do legado musical, Ozzy foi símbolo de resistência e reinvenção. Superou vícios, traumas e doenças, mantendo-se ativo até seus últimos dias. Sua voz, sua atitude e sua história influenciaram gerações de músicos e fãs no mundo todo.
Hoje, o mundo do rock chora o Príncipe das Trevas que se despede, mas deixará para sempre sua marca: riffs pesados, declarações polêmicas e uma autenticidade que ultrapassa gerações.
RIP Ozzy Osbourne (1948–2025).

