O fim da histórica residência de Billy Joel no Madison Square Garden, em julho de 2024, deixou um rombo e tanto nas contas da MSG Entertainment. A direção reagiu, mas o mercado já sentiu o baque — e não foi pouco.
** O prejuízo chegou com queda de 74% no lucro líquido**, segundo dados recentes — mostrando o peso que Joel tinha nas receitas do complexo.
As consequências não foram só contábeis. A taxa de utilização do espaço despencou, caindo de 92% para 65% entre os anos fiscais 2024 e 2025. E as ações da empresa deram um tombo, passando de US$ 40,22 para cerca de US$ 36.
Mas os números não contam toda a história. Apesar do tombo, o lucro operacional ajustado subiu 5%, alcançando US$ 222,5 milhões — uma métrica que analistas consideram bem mais representativa da saúde real da companhia.
** Qual é o plano para reverter isso? Foco em nova programação pesada!**
A MSGE já está apostando em novos formatos para voltar ao jogo:
Novas residências de artistas com datas substanciais;
Mais apresentações do Cirque du Soleil e o famoso Christmas Spectacular das Rockettes, agora com ainda mais shows de Natal planejados;
Recompras de ações e expansão de patrocínios — incluindo naming rights e publicidade externa.
Analistas da Seaport mantêm o otimismo, renovaram a recomendação de “Buy” e elevaram a meta de preço para US$ 48 por ação. E a Guggenheim segue na mesma vibração, também mantendo o Buy com target de US$ 48.
