Ainda não está claro quantos membros participam diretamente do negócio — detalhe que pode inflar o valor em até 20 vezes, de acordo com fontes ouvidas.
A movimentação acontece dois anos após o rompimento com a gravadora Roadrunner Records, responsável pelo lançamento de todos os álbuns da banda até The End, So Far (2022).
Com essa negociação, o Slipknot se junta a uma lista de gigantes que já monetizaram seus catálogos: Pink Floyd (vendido à Sony por US$ 400 milhões), Tame Impala (acordo com a Sony, valor não divulgado), Kiss (marca, catálogo e imagem vendidos para a sueca Pophouse) e o recordista Queen, que fechou com a Sony em 2024 por impressionantes US$ 1,27 bilhão.
Enquanto o contrato não é oficializado, os fãs têm outro motivo para empolgação: a edição comemorativa de 25 anos do álbum de estreia, Slipknot (1999).
A nova versão trará 40 faixas inéditas, demos, gravações ao vivo, artes renovadas e fotos nunca antes vistas, prometendo ser um presente para colecionadores e fãs da banda.
O lançamento está marcado para 25 de setembro, em formatos físicos e digitais, com diversas variações especiais.
Assim, o Slipknot não apenas celebra sua trajetória, como também mostra que continua sendo uma das forças mais poderosas e influentes do metal mundial.
