Por Leandro Meireles
Fala, galera do X Rock Brasil! Aqui quem fala é Leandro Meireles, direto de Curitiba, e hoje quero compartilhar com vocês uma experiência que vai ficar pra sempre na minha memória: o dia em que peguei estrada até lá pra viver o Wanna Be Tour 2025 — um verdadeiro presente pra todos nós, fãs de carteirinha do emo e pop punk!
O evento rolou no dia 23 de agosto e reuniu nomes de peso como Fall Out Boy, Yellowcard, Story of The Year, Neck Deep, além de Fresno, Forfun, Dead Fish, Gloria, Fake Number e mais! Foi surreal ver gerações diferentes unidas por uma mesma paixão. E como fã, posso dizer: cada segundo valeu a pena.
A vibe começou lá em cima com o Neck Deep: foi punkzão, direto, cheio de mosh logo de cara. Story of the Year trouxe presença de palco pesada e carisma — tinha muita gente se apaixonando pelos caras ali mesmo, haha!
Mas o maior choque do dia, pra mim, foi o show do The Maine. Eu nem conhecia direito, e os caras entregaram uma performance fora da curva! O vocalista parecia ter conexão direta com cada um da plateia — tocou pra geral, entrou no meio do povo e até chamou fã pro palco. Rock’n’roll raiz, sem dúvida!
Dead Fish levantou poeira com um punk visceral, foi roda punk do começo ao fim. E Fresno… bom, Fresno entrou como estrela, porque é exatamente isso que eles são. Mandaram um show afiado, intenso e digno de headline.
Forfun trouxe aquele clima “good vibes” que equilibrou toda a emoção do dia. Um momento leve, nostálgico e com cara de verão. E falando em emoção, The Veronicas vieram com tudo: dava pra ver que elas estavam felizes demais de estar ali. Fecharam o show aos prantos e emocionaram geral.
Yellowcard foi outro banho de nostalgia. Todo mundo cantando junto, vibrando… parecia 2005 revivido ali, em carne e osso!
Good Charlotte, que eu já esperava bastante, foi além de todas as expectativas. Performance absurda, ao vivo melhor que no estúdio. Fizeram a galera inteira pular — e quando eu digo inteira, é inteira mesmo!
Agora, sobre o Fall Out Boy… foi bonito, sim. Mas os caras passaram por perrengue: o guitarrista não pôde vir por motivos de saúde e o baixista — que é o coração da banda — estava com as costas detonadas. Mesmo assim, ele deu a vida no palco. O resultado foi um show emocionante, onde a superação se tornou o espetáculo.
Foi mais do que um festival. Foi um reencontro com uma parte da minha história. Um lembrete de que o som que marcou nossa juventude ainda pulsa forte no coração da galera. Quem viveu, sabe. E quem não foi… mano, coloca na agenda 2026 AGORA!

