Nessa semana, relembre a matéria da banda SpitFire publicado em 2005, e que abriu as portas para a seção Banda do Mês da X Rock Brasil e que trouxe destaque a várias bandas.
Banda SpitFire (2005)
Publicado originalmente em 09 de setembro de 2005
(Edição atualizada em 2025 com correções ortográficas e de formatação)
Banda do Mês – Agosto
Confira a matéria feita sobre a banda SpitFire: nossa Banda do Mês de Agosto.
O metal no cenário do rock nacional não vem sendo muito valorizado desde a chegada da moda do hardcore e do punk.
Mas eis que chega a banda SpitFire, vinda de Itanhaém, com tudo o que uma banda pode ter para se destacar e fazer um som forte e pesado para o público que curte o gênero — público esse que votou para que a banda, que se apresentou no 1º Itanhaém Rock Festival, se tornasse a primeira Banda do Mês do portal X Rock Brasil, no qual existiriam muitas novidades sobre a banda no decorrer do mês.
Biografia
Tudo começou no final do ano de 2003, quando os amigos de faculdade Alan e Renato, do curso de computação, descobriram que ambos tocavam e tinham gosto voltado para um estilo único, pesado e agressivo — o Heavy/Thrash Metal — e que também adoravam Metallica. Assim estaria formado o embrião do que mais tarde viria a se tornar a banda SpitFire.
Com a entrada do ano de 2004, Alan (guitarra) e Renato (bateria) começaram a procurar outros músicos para completar a banda, e assim foram chamados Alberto Diniz (guitarra), Nando Moraes (vocal), Alex Fachini (baixo) e Patrick (teclados), tendo assim, no final de maio, a primeira formação da banda.
Com a entrada do 2º semestre do mesmo ano e com a banda bastante ensaiada, começaram a se apresentar em barzinhos, lanchonetes e escolas da região. A partir daí começaram a surgir problemas em relação à performance no palco, que não agradava grande parte do público.
A SpitFire encerrou o ano com grandes apresentações no Iate Clube de Itanhaém e na casa de shows Revolution, onde se apresentaram com as bandas Nix e Saída 56.
Com a chegada de 2005, começaram as mudanças — e com elas, os problemas internos também.
O vocalista Nando Moraes e o tecladista Patrick acabaram por deixar a banda.
Para a substituição do vocalista foi chamado Diego Ornellas, ex-Mortal Hate e Final Warning, colega vindo de Mongaguá, que já havia se apresentado em Itanhaém com suas bandas e também ao lado da SpitFire em shows no Aldeia Livre Bar.
Com a nova formação, a banda começou a se apresentar em outras cidades, como Peruíbe e Mongaguá, agora sem tecladista.
Em maio do mesmo ano, quando a banda parecia entrar nos eixos com um vocalista em potencial que havia se entrosado rapidamente, aumentando a aceitação do público, o mesmo deixou a banda por motivos que até hoje são desconhecidos pelo público.
A partir daí começaram os rumores sobre o término da banda, seguidos por muitas discussões entre os integrantes, e por fim, a banda permaneceu por dois meses sem se apresentar.
Após essa fase, que deixava a impressão de que a banda havia terminado, no final de julho a banda voltou a se apresentar para milhares de pessoas no 1º Itanhaém Rock Festival, realizado no dia 22 durante o Festival de Inverno, surpreendendo o público, que já não acreditava mais na volta.
Com uma excelente performance de palco, a banda alcançou o 2º lugar, com o prêmio de Banda Destaque, ficando atrás apenas da banda Fax Símile, de Mongaguá.
A formação nessa noite foi de Alan (guitarra), Alberto (guitarra), Alex (vocal), Renato (bateria) e Daniel Lotoy (vocal convidado) — vindo de Campinas, que em apenas dois dias de ensaio conseguiu se entrosar com a banda e agitar a galera.
Após o feito, várias portas se abriram para a banda e, ao alcançar 35,8% dos votos dos visitantes do portal X Rock Brasil, a banda se tornou a Banda do Mês de Agosto.
Formação
- Alex – Vocal e Baixo
- Alan – Guitarra e Back Vocal
- Alberto – Guitarra e Back Vocal
- Renato – Bateria

