Por Ande Miranda
E aí, beleza?
Não tenho dúvidas que você já ouviu ao menos uma música da banda de um desses senhores, especialmente na década de 90, caso já existisse nessa época. Caso não, as chances são enormes também.
Os dois primeiros hoje com 63 anos, sendo Bach o mais novo, com 57.
Era o auge do Hard Rock. Cabelos, roupas, brilho, o tal Rock n Roll “farofa” que tanto adoramos. Sim, haviam outros expoentes! Lee Roth e Hagar (não o horrível [HQ]), Coverdale, Meine, Neil, entre tantos outros também estavam presentes.
O fato é que o tempo passa pra todo mundo e o corpo muda, a voz muda.
Com shows em terras tupiniquins pra fazer, Axl e seus asseclas aterrissam com uma bagagem de anos de história, sendo esperados por fãs de todas as épocas da banda e uma expectativa gigante sobre tudo isso.
Slash segue com sua cabeleira, cartola e suas guitarras modelo Les Paul, seus solos e sua presença de palco. Duff segue com suas linhas de baixo e Backing-vocal que são a estrutura, o molho pra coisa toda acontecer. Mas, e o Axl? E a voz do Axl?
Muito se fala sobre isso. Numa época de fácil compartilhamento/acesso a vídeos, imagens, não raramente o vocalista é citado por sua atuação vocal abaixo do esperado.
Pode se dizer que hoje ele “paga o preço” pelos excessos cometidos ao longo da caminhada? Acho que sim.
Pode se dizer que os tais excessos foram determinantes pro resultado atual? Acho que sim.
A questão é: Você iria (ou vai) a algum show do Guns n Roses nessa passagem pelo Brasil? Confesso que tenho vontade.
Seria muito legal ver esses caras de perto. Por outro lado o medo da frustração, decorrente de uma performance pífia, nesse caso, eu acho que fala mais alto.
Prefiro ficar com a “imagem” que tenho deles dos anos 90.
Valeu!!

