Hora de ligar a máquina do tempo: entre 28 de setembro e 4 de outubro encontramos de álbuns de aniversário a despedidas trágicas — tudo aquilo que faz o rock pulsar entre glória e saudade. Veja os destaques dia a dia.
28 de setembro — ZZ Top celebra 30 anos com XXX (1999)
No dia 28 de setembro de 1999 a banda americana ZZ Top lançou XXX, disco que marcou os 30 anos da carreira do trio e trouxe uma mistura de estúdio e performances ao vivo para celebrar a trajetória da banda.
29 de setembro — Message in a Bottle dá à The Police seu primeiro #1 no Reino Unido (1979)
Em 29 de setembro de 1979, Message in a Bottle consolidou o salto da banda britânica nas paradas — foi o primeiro single do The Police a alcançar o topo do chart britânico, abrindo caminho para o sucesso global.
30 de setembro — Nebraska: o sopro cru de Springsteen (1982)
Bruce Springsteen lançou Nebraska em 30 de setembro de 1982 — um disco solo, gravado em quatro faixas na própria casa, que se tornou referência por sua crueza narrativa e impacto duradouro na carreira do artista.
1 de outubro — Turn! Turn! Turn!: o single folk-rock que virou marco (1965)
No dia 1º de outubro de 1965, os Byrds lançaram o single “Turn! Turn! Turn!” — versão que levou um texto antigo a virar hino folk-rock e alcançou o topo das paradas americanas.
2 de outubro — A perda de Tom Petty (2017)
Em 2 de outubro de 2017 o mundo da música perdeu Tom Petty, ícone do rock americano e frontman dos Heartbreakers — sua morte interrompeu uma carreira de hits e influências que atravessam gerações.
3 de outubro — O primeiro palquinho do Rei: Elvis aos 10 anos (1945)
No dia 3 de outubro de 1945, um menino de 10 anos chamado Elvis Presley subiu ao palco num concurso do Mississippi–Alabama Fair & Dairy Show e cantou “Old Shep” — aquela pequena aparição foi um dos primeiros sinais do que viria a ser o rei do rock.
4 de outubro — Janis Joplin e o adeus precoce (1970)
Em 4 de outubro de 1970 Janis Joplin foi encontrada morta — sua partida aos 27 anos deixou um vazio enorme no rock e transformou o álbum Pearl (lançado postumamente) em um testamento poderoso de sua voz e presença.

