Por Ande Miranda
E aí, beleza?
O Rock n Roll sempre representou a rebeldia. Tentaram “cancelar” Elvis pela forma como ele dançava, Chuck Berry era negro, tocava guitarra, cantava, tinha uma presença de palco ímpar… Uma afronta contra a sociedade.
Jimi Hendrix era negro, canhoto, e chocou quem o viu com performances cheias de atitude, entrega, energia. Sua interpretação do hino americano, com a guitarra carregada de distorção para muitos é um protesto raivoso e escancarado, a céu aberto, pra quem quiser ver.
Líderes religiosos amaldiçoaram guitarras, roupas, atitudes e claro, o famoso gesto que Ronnie James Dio herdou de sua vó, que se tornou a marca registrada do Rock.
A política está presente nas nossas vidas, integralmente, gostemos ou não, concordemos ou não e existem as divergências de gosto, de pensamento, o que é absolutamente normal. A questão é que com tanto acesso a informação ou à desinformação, a polarização, idolatria e o radicalismo invadem todos os segmentos.
Não é incomum artistas exporem suas preferências e a questão é o retorno que isso tem causado em alguns casos.
Em terras pátrias, um bom exemplo são as alfinetadas entre Nasi e Roger, vocalistas das bandas Ira! e Ultraje a Rigor, que tem posicionamentos políticos opostos.
Bandas de renome internacional como Green Day e Bad Religion, que passaram pelo Brasil recentemente, também tem seus posicionamentos, seja em composições ou em “discursos” de seus líderes.
Mas e você? O que você pensa de tudo isso?
Valeu!!

